Quase que “di gratiz”

Impressionante.  Esse é o sentimento que me toma ao ler a materia abaixo, o CERN está disposto a aceitar mais naçoes em seu seleto rol de cientistas..  Não me recordo de outra abertura ao conhencimento cientifico e tecnologico. Pelo que me recordo, apenas a construçao da ISS foi possivel vermos açoes conjuntas de experimentos e compartilhamento de ciencia e tecnologia. Mas o LHC vai alem. Pois a maquina está pronta, e funciona no maximo. E por uma ninharia. É ridicularmente pouco o cobrado pelo CERN, diante do gigantismo que é a obra, o potencial colossal de mudar pilares concretos da fisica moderna. Fisica que norteia o funcionamento das mais simples maquinas eletronicas do dia a dia, até a mais sofisticada maquina espacial.  Isso que eu apenas mencionei uma fraçao menor que cabelo de sapo sobre as possibilidades do que se pode descobrir, confirmar ou negar sobre o que projetamos ser concreto no mundo metafisico. Se eu fosse Presidente, me sentiria ofendido em pagar apenas 10 milhoes de dolares.  VIVA aos nossos cientistas !!!! são poucos, mas são competentes o suficiente pra surfar na vanguarda da tecnologia!!!!!

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Adesão do País ao colisor de partículas custa US$ 10 mi São Paulo – O Centro Europeu de Pesquisa Nuclear (Cern) vai cobrar US$ 10 milhões (R$ 18 milhões) por ano para que o Brasil possa fazer parte do maior experimento da Física, o Grande Colisor de Hádrons (LHC). O projeto oficial de adesão brasileira será apresentado em junho. Ao lado da Índia, o Brasil poderá estar entre os primeiros países emergentes a se unir oficialmente ao projeto.

John Ellis, diretor de cooperação do Cern, revelou que uma proposta está sendo redigida no momento pela entidade, que busca sua internacionalização e não quer mais ser vista apenas como uma organização europeia e norte-americana. “Tivemos uma reunião há uma semana no conselho do Cern e ficou decidido que faríamos uma proposta concreta ao Brasil”, disse Ellis. Segundo ele, a contribuição brasileira será baseada no Produto Interno Bruto (PIB) do País. Mesmo assim, representaria apenas 1% do orçamento do centro europeu. Atualmente, a entidade tem um orçamento de US$ 1 bilhão, grande parte financiada por alemães, franceses, norte-americanos e ingleses.

No fim de 2009, o Ministério de Ciência e Tecnologia iniciou um processo de aproximação do Cern, que poderá ser concluído em 2010. Ellis, porém, não exclui que o valor e a modalidade da adesão sejam alvos de uma negociação. Segundo ele, a entrada oficial do Brasil no experimento poderia trazer pelo menos três vantagens ao País. A primeira é que empresas nacionais de tecnologia poderiam participar de licitações para vender suas peças e equipamentos – o Cern é hoje um dos maiores compradores de tecnologia no mundo. Em segundo lugar, o Cern abriria suas portas para a contratação de físicos brasileiros. Para completar, o Brasil poderia ter voz e voto nas decisões futuras em relação às pesquisas.

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